Vilhenenses pedem que atendimentos contínuos de saúde sejam ofertados para autistas; Veja vídeo

Autistas devem realizar acompanhamentos com psicólogos, fonoaudiólogos e participar de terapias ocupacionais.  

No Brasil, do ano de 2017 a 2018, o índice de crianças com TEA (Transtorno de Espectro do Autismo) cresceu 37%, segundo dados extraídos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em Vilhena o número de autistas também é considerável, e com isso, diversos pais de crianças com autismo estão buscando cada vez mais pelos direitos de seus filhos.

Um dos problemas abordados em Vilhena é a interrupção nos atendimentos dos autistas, que segundo a lei é direito desses pacientes o atendimento contínuo. Um dos órgãos citados é o Centro Especializado em Reabilitação (CER) que não oferece o atendimento sem interrupção por falta de profissionais. Com isso, os pacientes acabam passando por uma fila de espera e chegam a ficar mais de um ano sem passar pelas sessões. Segundo os pais, de certa forma essa interrupção acaba afetando na evolução dessas crianças.

Outra situação que interfere na evolução dos autistas é a falta de neuropediatra na cidade. Esse é o profissional que tem a capacidade para diagnosticar precocemente o TEA, fazendo com que o processo de terapia comece o mais cedo possível e ajude o autista chegar mais cedo ao mercado de trabalho ou a evoluir de acordo com sua capacidade.

Nossa equipe acompanhou a rotina de Sedilaine Marques que é mãe de Joaquim, de 7 anos de idade, que foi diagnosticado pela própria Sedilaine através de pesquisas e anotações quando ele já estava com 4 anos, tudo isso por falta desse profissional.

Acompanhe a reportagem completa e saiba mais sobre esse assunto:



​Reportagem: Maelly Nunes 

Cinegrafia: Joel Jonas 

Edição: Ronaldo Portella 

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