Após mapeamento solicitado pelo Estado, Prefeitura passa a aplicar testes rápidos somente com encaminhamento médico

Município adquiriu recentemente 400 testes rápidos. Cidade acumula 390 confirmações da doença. 

Foto: Ilustrativa

A Prefeitura de Vilhena (RO) passou a aplicar testes rápidos para detecção do novo coronavírus apenas por encaminhamento médico. O município adquiriu recentemente 400 testes rápidos através de uma empresa devidamente registrada na Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Agevisa).

A cidade também retomou a aplicação da segunda etapa de testagem da Covid-19 que foram enviados pelo Governo de Rondônia.

Os testes estão sendo aplicados desde o início da semana passada na Central de atendimento à Covid-19 e no Polo de Testagem Rápida, na Avenida Rony de Castro Pereira, no bairro Jardim América, anexos ao Hospital Regional de Vilhena (HRV).

Segundo a prefeitura, Vilhena já aplicou pouco menos de 2 mil testes rápidos na cidade desde o dia 3 de junho.

Conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), a cidade acumula 390 confirmações da doença. Os infectados estão espalhados por 54 bairros da região, após mapeamento da concentração de diagnósticos. 

A Secretaria Municipal de Saúde informou que, a partir de agora, o teste rápido está sendo aplicado somente em três dias da semana (segunda, quarta e sexta-feira) em dois períodos (matutino e vespertino) e somente mediante agendamento, encaminhamento médico, além da presença de sintomas gripais característicos de Covid-19.

A testagem rápida é útil apenas para pacientes que apresentem sintomas do 5° até o 10° dia de sintomas (sendo o 7° dia o ideal).

Os testes rápidos, se positivos, podem indicar a presença do vírus ativo ou que o paciente já teve a doença e está recuperado. O tratamento com remédios é receitado e entregue de forma imediata aos infectados.

Quando o paciente não apresenta gravidade em seu quadro clínico, a equipe médica determina o tratamento domiciliar, no qual o paciente e seus conviventes devem manter isolamento de até 14 dias com monitoramento da Vigilância Epidemiológica.

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