Campo Grande: Atacadão pega fogo e bombeiros saíram por perigo de desmoronamento

Já passam de 15 horas do início do incêndio na unidade da Avenida Duque de Caxias, equipes foram trocadas e trabalho continua.

Imagens feitas do alto pelo Campo Grande News mostram a cobertura metálica toda retorcida e muita fumaça Foto: Henrique Kawaminami
Foto: Henrique Kawaminami

Já passam de 15 horas do início do incêndio na unidade do Atacadão da Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, e agora, o risco de desmoronamento do prédio impede que bombeiros façam o rescaldo no interior do que sobrou do mercado.

Imagens feitas do alto pelo Campo Grande News mostram a cobertura metálica toda retorcida e muita fumaça. Numa das laterais, é possível ver que a cobertura cedeu e foto da parte de dentro mostra além das "montanhas" de produtos queimados, placas de metal caídas do teto.


Foto: Henrique Kawaminami

As equipes foram tiradas de dentro do prédio às 3h, depois que já era possível finalizar o combate direto às chamas, segundo o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Fernando Carminatti. 

Das 17h de ontem até às 5h30 de hoje, os bombeiros haviam usado 360 mil litros de água no combate e 1.850 litros de espuma. Só isso mostra a dimensão do fogo em comparação com outros desastres do tipo na Capital. Considerado o pior incêndio até ontem, as chamas no Planeta Real, em 2013, consumiram 70 mil litros de água, 5 vezes menos.

No interior da loja, as chamas, que começaram nas prateleiras contendo produtos inflamáveis – álcool em gel e líquido, outros frascos com materiais de limpeza – se espalharam rápido e a fumaça densa nesta manhã, se deve a quantidade de material de fácil combustão, como madeira, papelão, também explicou o coronel.

Por volta das 8h, as equipes que passaram a noite e madrugada no local foram substituídas. Cerca de 50 militares ainda trabalham no local, metade deles estava de folga e foi convocada para reforçar o time no combate.

A Avenida Duque de Caxias continua interditada no sentido Centro/Aeroporto Internacional de Campo Grande, para que as viaturas possam se movimentar facilmente e para evitar acidentes caso a estrutura venha abaixo.

Fonte: Campo Grande News

Foto: Henrique Kawaminami

Veja mais notícias sobre Brasil.

Veja também:

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://www.ronoticias.com.br/